
Eles ficaram ali, na pequena pousada, eles faziam alguns trabalhos ali pela aldeia, para conseguir moedas e continuar ali se hospedando. De tardinha eles treinavam com espadas, dia à, pois dias Daniel estava cada dia melhor, mas não o bastante para conseguir passar pela guarda do senhor feudal a que tanto odiava. E nem bom o pastaste para deter com mais um uma batalha com bárbaros.
Os 2 por terem tido uma vida difícil, mas difícil em sentidos diferentes. Anderson tinha que ser forte, mas não em lutas de braços, mas sim em agilidade, defesa, delicadeza, ele sabia manuseava uma espada com a leveza que ninguém havia imaginado, pois era do exercitou, lutou. Você luta em uma batalha por seus ideais, o que é certo, mas normalmente é mais comum lutar por um ideal de outro, normalmente de seus governantes. Então logo tem que se adaptar, e conseguir ser melhor que seu adversário, para não morre por uma causa inútil, as vezes na sua opinião. Já Daniel era forte em muque, foi acostumado dês de muito cedo fazer trabalhos braçais, levar sacos de trigo, milho, carrega carroça. Então ele tinha uma força muito grande. E sabia lutar com as mãos como ninguém. Porém nem nos 2 tinha muitos conhecimentos, não sabiam nem ler e nem escrever. Também naquela época só a nobreza podia estudar, e mesmo assim poucos da nobreza sabiam ler e escrever, que dirá Geografia, astronomia e matemática, que era o meio de locomoção da época.
Um dia nem menos especiais que os outros. Dani e Anderson estavam na sua matina de todos os dias, quando um rapaz muito bem vestido, cabelos longos e castanhos ondulados, com botas de couro, e sua Túnica bordada a ouro. Não aprecia gente que eles estavam acostumados a ver ali. O rapaz se sentou nem uma das mesas na taberna da pousada e pediu uma caneca de cerveja. Começou a beber, e puxou assunto com os nossos 2 protagonistas.
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