
O casamento mal desejado
A Filha de Anderson, aquela que tinha sido raptada, ela já estava bem mocinha e na idade de casar, naquela época as meninas casavam muito cedo. Poucos rapazes da região queriam se casar com ela, pois não era mais digna de honra, por que por um acaso do destino, não era mais virgem. Mas seu pai conseguirá um Rapaz para ela se casar. E estava noiva deste rapaz artesão, seu pai preferiu assim, do casá-la com um soltado, que poderia a qualquer momento morre na guerra e a deixar viúva. Mas Iolanda parecia não gosta de idéia, ela tinha outros planos, e amava outro rapaz, ela não iria se conforma tão cedo em ter que se casar com outro.
Quando Elidio chegou, se reuniram na casa de Anderson para conversar sobre a mudança e se eles queriam ir mesmo para lá. Já tinham até emprego no castelo. Iolanda estava no quintal cuidando de seu irmão mais novo, e Elidio a observava pela janela da humilde casa, e a percebera que estava muito triste. Ele se levantou da cadeira e foi até o quintal conversar com ela, eles até se davam muito bem, se divertiam muito, e podiam se entender em um pequeno olhar singelo.
Elidio a perguntou
“-O que houve Iolanda?”
Ela olhou para baixo, e suspirou e sem fala uma palavra Elidio complementou:
“-É o casamento que seu pai arranjou?”
ela o olhou nos olhos e parecia escorre uma lagrima de seus olhos, então o abrasou.
“-Fique calma, por favor, seu pai tem razão, é melhor assim”
então ela levantou o rosto como medo dele já perceber seus sentimento por ele, isso seria até bom, porque assim seria mais fácil de os 2 poder fica juntos, “Imagina ele gostando de mim? Poderia fazer meu pai mudar de idéia quanto o casamento” pensou ela, e falou:
“-Não, não é bom, eu amo outro. E não quero abri mão dos meus sentimentos”
Ele a olhou como se soube quem era, e sim ele sabia, pelos olhares que trocavam, e por sempre que estão juntos o silencio parecia reinar. Mas o momento era mágico, e sim ele também sentia o mesmo por ela, mas não podia falar, ele era o Rei, e tinha que se casar com uma Rainha, assim como os bons costumes mandavam, e ele tb tinha que proteger o reino, e o que podia custar a sua vida. E por acaso acontece-se alguma coisa com ele, ela poderia sofrer depois. Então respirou fundo e falou.
“-É melhor assim, você pode começar amar seu noivo, e pelo menos ele não a deixara tão cedo, sua vida não é tão perigosa quanto a minha, tente entender, por favor. E você também será mau vista pelos outros, como a plebeu que encantou o rei, ou até mesmo como uma bruxa que me enfeitiçou”
Ele se virou e foi embora sem fala com ninguém. A moça continuou ali no quintal pensando no que avia escutado de seu amado “e se ele tem razão? Ira sofrer muito se o perde-se numa guerra...” e ficou ali a arde toda a pensar. Enquanto os homens estavam resolvendo o que fazer da vida. E arrumando as coisas para se mudar.
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